O Circo Que Sobrou (2024). Uma daquelas leituras que deixam um gosto amargo bom na boca.

Acompanha o grupo cada vez menor de artistas de um circo itinerante europeu que continua se apresentando em cidades cada vez menores, pra plateias cada vez mais vazias, recusando-se a aceitar que a era deles já passou.

A arte de Théo Farron usa aquarela solta, quase borrada, que combina perfeitamente com o tom de despedida constante da história.

É triste sem ser deprimente — existe ternura genuína entre os personagens que segura o quadrinho longe do melodrama fácil.