Amuleto de Segunda Mão (2026), volume único, formato manhwa colorido.

A protagonista herda uma loja de amuletos usados de sua avó, e descobre que cada peça vendida carrega uma pequena maldição — nunca nada perigoso, sempre algo levemente inconveniente, tipo ‘todo sapato que você comprar vai ficar apertado’ ou ‘toda ligação importante vai cair no meio’.

O tom é leve e engraçado, com uma pitada de romance discreto entre a protagonista e um cliente recorrente enrolado por uma dessas maldições chatinhas.

É uma leitura curta e satisfeita consigo mesma — não tenta ser mais do que uma comédia romântica fofa com verniz de fantasia urbana, e cumpre isso muito bem.